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	<title>Auto Viação Nossa Senhora da Luz</title>
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	<description>Empresa de transporte coletivo da cidade de Curitiba - PR</description>
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		<title>Auto Viação Nossa Sra. da Luz agora é Viação Marechal</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 10:56:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em novembro de 2010 a Auto Viação Nossa Sra. da luz foi incorporada pela empresa Auto Viação Marechal. Para entrar em contato conosco visite o site: www.viacaomarechal.com.br Fone: (41) 3523-7422 &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em novembro de 2010 a Auto Viação Nossa Sra. da luz foi incorporada pela empresa Auto Viação Marechal.</p>
<p>Para entrar em contato conosco visite o site: <a title="Viação Marechal" href="http://www.viacaomarechal.com.br">www.viacaomarechal.com.br</a></p>
<p>Fone: (41) 3523-7422</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ônibus agora tem seguro contra acidente</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 11:37:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Exigência da licitação, cobertura vai indenizar o passageiro que sofrer ferimento dentro de coletivos e terminais de Curitiba Todos os usuários da Rede Integrada de Transportes (RIT) de Curitiba e região agora estão cobertos por um seguro contra danos físicos sofridos no transporte público. A apólice, que está em vigor desde o último domingo, quando <a href="http://avluz.com.br/posts/onibus-agora-tem-seguro-contra-acidente" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/11/tn_620_600_Acidente_111010.jpg"><img src="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/11/tn_620_600_Acidente_111010-300x228.jpg" alt="" title="tn_620_600_Acidente_111010" width="300" height="228" class="aligncenter size-medium wp-image-132" /></a><br />
Exigência da licitação, cobertura vai indenizar o passageiro que sofrer ferimento dentro de coletivos e terminais de Curitiba</p>
<p>Todos os usuários da Rede Integrada de Transportes (RIT) de Curitiba e região agora estão cobertos por um seguro contra danos físicos sofridos no transporte público. A apólice, que está em vigor desde o último domingo, quando o sistema passou a operar sob concessão pública, indeniza o passageiro que sofrer ferimentos dentro de ônibus, terminais e estações-tubo, seja por acidente de trânsito, queda ou assalto.</p>
<p>O Segbus, nome oficial do serviço, é uma das exigências previstas na licitação do sistema. Segundo o Sindicato das Empresas de Transporte Urbano e Metropolitano de Passageiros de Curitiba e Região (Setransp), a capital paranaense é a primeira cidade do país a ofertar um seguro dessa natureza. A apólice foi fechada com a corretora HSBC pelos três consórcios que operam a RIT.</p>
<p>No caso de ferimentos, o Segbus vai pagar até R$ 3 mil para cobrir gastos com despesas hospitalares. Os valores máximos de indenização no caso de morte acidental ou invalidez permanente são de R$ 20 mil. Para outros tipos de problemas, o seguro vai seguir a tabela estabelecida pela Superin­­tendência de Seguros Privados (Susep). Para efeito de comparação, o valor máximo pago pelo Dpvat (o seguro obrigatório contra acidentes de trânsito) em caso de invalidez é de R$ 13,5 mil. “Esse seguro cobre até uma queda dentro de um terminal e, por isso, é complementar ao Dpvat”, explica Ayrton Amaral Filho, diretor-executivo do Setransp.</p>
<p>Em princípio, segundo ele, um número de telefone gratuito deve ser disponibilizado aos usuários para que procurem o seguro quando houver necessidade. Para atender ocorrências menos graves, dois carros (um no Terminal do Cabral e outro no Capão Raso) devem ficar de prontidão, enquanto nas situações mais graves deve haver encaminhamento aos hospitais Cajuru e Evangélico. “Apesar de não estar tudo definido, a apólice já é válida desde o dia 7”, garante Amaral.</p>
<p>Análise</p>
<p>Um seguro para passageiros do transporte público é visto como uma ideia inteligente pelo coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Positivo, Orlando Ribeiro. “As pessoas que usam o transporte coletivo dependem do próprio trabalho [para sobreviver]. Se sofrerem alguma avaria de seu estado físico, elas ficam impossibilitadas de trabalhar. Antes, não tinham nenhum resguardo”, afirma.</p>
<p>O histórico de acidentes graves no transporte público de Curitiba favorece o estabelecimento do seguro. “De certa forma, isso foi motivado pelos problemas que tivemos, como o acidente na Tiradentes [que matou duas pessoas, em junho deste ano] e o excesso de lotação, fazendo com que pessoas caíssem do ônibus [que matou uma pessoa, em janeiro de 2009]”, diz. Na avaliação de Ribeiro, algumas das responsabilidades do Estado, como a de indenizar em casos específicos, são transferidas quando se realiza licitação.</p>
<p>O ex-diretor de planejamento da Urbs e ex-diretor da Copel João Carlos Cascaes considera o valor do seguro baixo. “O valor é simbólico e significa uma espécie de vacina contra a responsabilidade, porque evita indenizações maiores”, diz. Cascaes argumenta que o fato de o transporte coletivo atrair basicamente pessoas de baixa renda determina o valor da indenização. “Se o indivíduo ganhar qualquer dinheiro é uma festa, porque o ônibus não transporta juízes, vereadores, a classe alta de maneira geral. Se eles usassem o transporte público, a indenização do seguro seria maior e a qualidade do transporte, também”, afirma.</p>
<p>Fonte: Gazeta do Povo</p>
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		<title>Tarifa sem reajuste. Por enquanto</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 11:28:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Curitiba homologa resultado da licitação dos ônibus. Urbs garante que passagem vai continuar a custar R$ 2,20, apesar do déficit operacional do sistema O resultado da primeira licitação do transporte coletivo de Curitiba foi homologado ontem com a promessa de que a passagem de ônibus não subirá – pelo menos por enquanto. Três consórcios foram <a href="http://avluz.com.br/posts/tarifa-sem-reajuste-por-enquanto" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Curitiba homologa resultado da licitação dos ônibus. Urbs garante que  passagem vai continuar a custar R$ 2,20, apesar do déficit operacional  do sistema</p>
<p>O  resultado da primeira licitação do transporte coletivo de Curitiba foi  homologado ontem com a promessa de que a passagem de ônibus não subirá –  pelo menos por enquanto. Três consórcios foram declarados vencedores da  concorrência para operar o sistema. Segundo o presidente da Urbs,  empresa que gerencia o transporte coletivo na capital, Marcos Isfer, o  valor de R$ 2,20 será mantido.</p>
<p>Para  analistas, a decisão de manter a tarifa no mesmo patamar é política e  pode onerar os cofres públicos. “Já era esperado que, por questões  políticas, a passagem não fosse aumentada neste momento”, afirma Valdir  Mestriner, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Urbanização do  Paraná (Sin­diUrbano-PR). Uma projeção feita pelo sindicato levando em  conta dados fornecidos pelo próprio edital de licitação mostra que, para  cobrir os custos da operação, a tarifa teria de subir para R$ 2,50. “É  óbvio que a manutenção da tarifa é uma decisão política”, concorda João  Carlos Cascaes, ex-diretor de planejamento da Urbs. O problema, segundo  eles, é só um: quem vai pagar a conta. “Isso será compensado de que  maneira? Como a prefeitura vai cobrir o prejuízo?”, questiona.</p>
<p><strong>Rombo</strong></p>
<p>Segundo o SindiUrbano, com uma média de 1 milhão de passageiros  pagantes ao dia, o déficit de R$ 0,30 por passagem deve gerar um rombo  de R$ 300 mil por dia aos cofres do município, o equivalente a R$ 9  milhões por mês. De acordo com analistas, para conter esse rombo, a  tendência é que a tarifa sofra uma alta nos próximos meses, como já  aconteceu no passado – em janeiro de 2009, a passagem subiu de R$ 1,90  para R$ 2,20, depois de cinco anos congelada.</p>
<p>Segundo Mestriner, o assunto deve voltar à pauta novamente depois das  eleições, mais precisamente em janeiro de 2011, quando os custos do  contrato de licitação serão reavaliados. “É um momento propício, de  férias”, comenta. Cascaes também aposta no período pós-eleitoral.  “Quan­­do o poder concedente impõe tarifas abaixo do custo, está  automaticamente criando custos que deverão ser compensados adiante. De  que jeito? Aumentando tarifas quando o resultado da eleição for  divulgado”, afirma.</p>
<p>De acordo com o SindiUrbano, a única forma de amenizar o déficit  seria as empresas concordarem em trabalhar abaixo do teto, com um  desconto sobre o valor da licitação. O desconto concedido na prática,  porém, equivale a menos de 1% do valor total da licitação e pode não  trazer alterações significativas para o barateamento da tarifa. De  acordo com a Urbs, sobre o valor total da licitação de R$ 8,6 bi­­lhões,  as empresas deram o desconto de R$ 76.639.264.</p>
<p><strong>Avaliações</strong></p>
<p>Desde o ano passado, a Urbs vem enfrentando déficits porque a atual  passagem, de R$ 2,20, já não cobre todos os custos do sistema. Para que a  arrecadação fosse equivalente ao custo total do sistema, a tarifa  deveria ser de R$ 2,32 desde agosto de 2009. Mesmo assim, Isfer defende  que no momento não é necessário um aumento na tarifa. “Este processo de  licitação é sustentável socialmente, am­­bientalmente e  financeiramente”, afirmou Isfer.</p>
<p>Segundo ele, quando o novo sistema entrar em operação serão feitas  avaliações para se averiguar a necessidade de aumento da passagem.  “Temos que começar a operar, deixar rodar para poder fazer avaliações”,  disse.</p>
<p>Segundo o professor do De­­partamento de Transportes da Universidade  Federal do Paraná, o engenheiro Garrone Reck, subsídio na tarifa não é  necessariamente ruim. Pelo contrário, vários países pelo mundo utilizam  esse sistema como forma de incentivar o uso do transporte coletivo em  detrimento do carro. O modelo, porém, tem de ser transparente. “Não dá  para dar subsídio sem autorização do Legislativo. É o mesmo que fazer  favor com o chapéu alheio. A tarifa pode até ser grátis, mas tem de  apresentar a conta para a Câmara”, opina.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=1033823&amp;tit=Licitacao-do-transporte-coletivo-de-Curitiba-e-homologada">Portal  RPC</a></p>
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		<title>Licitação do transporte coletivo de Curitiba é homologada</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 11:25:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como só havia um consórcio inscrito para cada lote, quem apresentou a proposta levou o contrato. Preço da passagem não deverá sofrer reajuste por enquanto, garante o presidente da Urbs Foi homologada na manhã desta segunda-feira (9) a primeira licitação para o transporte coletivo de Curitiba. Em cerimônia realizada no Hotel Mabu, em Curitiba, o <a href="http://avluz.com.br/posts/licitacao-do-transporte-coletivo-de-curitiba-e-homologada" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como só havia um consórcio inscrito para cada lote, quem apresentou a  proposta levou o contrato. Preço da passagem não deverá sofrer reajuste por  enquanto, garante o presidente da Urbs</p>
<p>Foi homologada na manhã desta segunda-feira (9) a primeira licitação para o  transporte coletivo de Curitiba. Em cerimônia realizada no Hotel Mabu, em  Curitiba, o prefeito <strong>Luciano Ducci</strong> e o presidente  da <strong>Urbanização de Curitiba (Urbs)</strong>,<strong> Marcos  Isfer</strong>, anunciaram que cada um dos três consórcios apresentou propostas  técnicas para um dos três lotes que dividem a cidades em Norte, Leste e Oeste.  Como não havia concorrência, os  consórcios <strong>Pontual</strong>, <strong>Transbus</strong> e <strong>Pioneiro</strong> serão  responsáveis por cada um dos lotes nos próximos 15 anos, com possibilidade de  renovação por mais dez.</p>
<p>Sobre o preço da tarifa, que atualmente é de <strong>R$ 2,20</strong>, Isfer  disse que não haverá aumento por enquanto. A principal novidade ficou por conta  da forma de pagamento das empresas que não será mais feito apenas pela  quantidade de quilômetros rodados, mas também pelo número de passageiros  transportados.</p>
<p>Ao todo, foram licitadas <strong>302 linhas</strong> que atendem,  diariamente, 1.836.704 passageiros com uma frota de 1.399 ônibus. Entre as  obrigações das empresas estão: melhoria da velocidade média operacional,  melhoria do conforto, inovações tecnológicas que priorizem o meio ambiente e o  bem estar do usuário, capacitação dos funcionários e 10% da frota rodando com  100% de biocombustível até 2012.</p>
<p>Para Ducci, o processo vai garantir aos ônibus da cidade mais tecnologia e  mais segurança no transporte coletivo dos passageiros. Esta foi a primeira  licitação para o transporte coletivo da capital, cujo sistema funciona há 57  anos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=1033823&amp;tit=Licitacao-do-transporte-coletivo-de-Curitiba-e-homologada">Portal  RPC</a></p>
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		<title>Dia da Solidariedade</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 19:15:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Auto Viação N.Sra. da Luz e Associação São Roque agradecem a todos os funcionários pelo grande êxito na da Campanha &#8220;Dia da Solidariedade&#8221;. Obrigado pelos alimentos doados. Veja algumas fotos e mais sobre essa campanha. Saiba mais sobre essa Associação: Quem Somos A Associação Beneficente São Roque foi criada no dia 19 de março <a href="http://avluz.com.br/posts/dia-da-solidariedade" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Auto Viação N.Sra. da Luz e Associação São Roque agradecem a todos  os funcionários pelo grande êxito na da Campanha &#8220;Dia da Solidariedade&#8221;.  Obrigado pelos alimentos doados.</p>
<p>Veja algumas fotos e mais sobre essa campanha.</p>

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<a href='http://avluz.com.br/posts/dia-da-solidariedade/attachment/olympus-digital-camera-9' title='OLYMPUS DIGITAL CAMERA'><img width="150" height="150" src="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/07/P1010010-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" /></a>

<p><img title="Mais..." src="http://srvluz/intranet/novo/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /></p>
<p><img title="gallery link=&quot;file&quot;  orderby=&quot;rand&quot;" src="http://srvluz/intranet/novo/wp-includes/js/tinymce/plugins/wpgallery/img/t.gif" alt="" /><br />
Saiba mais sobre essa Associação:</p>
<p><strong>Quem  Somos</strong></p>
<p>A Associação Beneficente São Roque foi criada no dia 19 de  março de  1988, para apoiar o trabalho realizado pela Capelania São Roque  e  Comunidade Religiosa Franciscana. Suas atividades compreendiam a   promoção humana, assistência social e o atendimento aos direitos e   interesses dos portadores do Mal de Hansen, internos e egressos do   Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná (antigo Hospital São   Roque).</p>
<p>Com o tempo, a ABSR ampliou suas atividades e passou a  atender a  comunidade local de Piraquara (Região Metropolitana de  Curitiba), que  conta com uma enorme população abaixo da linha de  pobreza.<br />
Atualmente o trabalho da ABSR é focado na família. Uma  equipe, com a  colaboração de voluntários, desenvolve e implanta os  diversos programas  que compõe nosso trabalho, e que só são possíveis com  a colaboração e  doação de parceiros e amigos. E nada disso seria  possível sem o esforço  das pessoas que cuidam da administração da nossa  instituição:  atendimento, motoristas, administrativo e diretores.</p>
<p>A  diretoria é formada na sua integralidade por voluntários.<br />
A ABSR é  declarada de Utilidade Pública Federal pela Portaria nº 1.082,  de 17 de  julho de 2003. É declarada ainda de Utilidade Pública  Estadual e  Municipal, assim como está inscrita no Conselho Municipal de  Assistência  Social de Curitiba e Piraquara, e registrada no Conselho  Nacional de  Assistência Social – CNAS.</p>
<p>Nossa Missão</p>
<p>Contribuir  para que os moradores de comunidades de baixa renda,  especialmente  aqueles atingidos pela hanseníase, alcancem o bem estar e  o resgate  social, através da assistência social, da educação, do  trabalho, da  cultura e do lazer.</p>
<p>Visão</p>
<p>Ser  parte de uma sociedade desenvolvida, igualitária, justa e  fraterna.</p>
<p><strong>Doações</strong></p>
<div>A Associação Beneficente São Roque  é a ponte entre quem quer doar e  quem precisa receber algum tipo de  ajuda para sanar as necessidades  mais básicas que garantam uma vida  digna. A ABSR só consegue cumprir  com este objetivo, porque recebe  doações constantes dos mais diversos  bens: alimentos, roupas, móveis,  material de construção, remédios,  cobertores, brinquedos, dinheiro e o  apoio fundamental dos voluntários.</div>
<p>A ABSR dispõe de 3 carros: saveiro, kombi e caminhão com  a logomarca  nas portas, e funcionários que deverão portar crachá de  identificação  para fazer o serviço de coleta das doações.</p>
<p>Todo material recebido passa  por uma triagem, sendo encaminhado  prioritariamente para doações e a  parte excedente para venda no bazar  da sede, para dar subsidio ao  trabalho.</p>
<p>A Associação  Beneficente São Roque não costuma pedir doações em  dinheiro por  telefone, mas aceita doações espontâneas de pessoas  físicas ou jurídicas  que podem ser feitas diretamente nas contas  bancárias ou na sede. A  ABSR se coloca a disposição para fornecer  recibos das doações, que  deverão estar em papel timbrado e assinados  pela presidente da  Instituição.</p>
<p>Para doar:</p>
<p>Ligue: (41) 3362-1249</p>
<p>(41) 3362-1249</p>
<p>Bradesco<br />
Agência 1197- 5 C/C: 47.000 &#8211; 7</p>
<p>Banco d o Brasil<br />
Agência: 1876-7 C/C: 251423-0</p>
<p>CONTATO:</p>
<p>email: <a href="mailto:contato@associacaosaoroque.org.br">contato@associacaosaoroque.org.br</a></p>
<p>Rua Mercedes Seiler Rocha, 111<br />
82520-740 &#8211; Curitiba, PR<br />
Telefone/FAX: (41) 3362-1249</p>
<p>Fonte: http://associacaosaoroque.org.br/</p>
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		<title>Noticias do Campeonato de Futebol do Sindimoc</title>
		<link>http://avluz.com.br/l-f-r/noticias-do-campeonato-de-futebol-do-sindimoc</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 16:24:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ocorrerá no dia 01/05/2010 na chacará do Sindimoc... Veja mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Escudo-Oficial-do-Time-Luz1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-88" src="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Escudo-Oficial-do-Time-Luz1-150x150.jpg" alt="" width="111" height="99" /></a>Ocorrerá no dia 01/05/2010 na chacará do Sindimoc &#8211; Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus de Empresas de Transporte Coletivo de Curitiba e Região Metropolitana, o Campeonato de Futebol Suiço entre as empresas de transporte de Curitiba e região metropolitana. Nesta edição de 2010, a equipe Luz Futebol Recreativo fará sua estréia, com uma equipe jovem e formada  basicamente por jogadores que participam do futebol de sexta feira.</p>
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		<title>História do transporte coletivo de Curitiba</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 19:29:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[transporte coletivo de Curitiba]]></category>

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		<description><![CDATA[A cidade de Curitiba é conhecida internacionalmente pelo eficiente e inovador sistema de transporte coletivo. Como todas as idéias novas, o sistema que possibilitou a integração urbana de Curitiba foi cercado de dúvidas. Mas ao longo dos anos foi comprovado que a criatividade foi mais eficaz que o ceticismo. Bonde a cavalos Em 1887 a <a href="http://avluz.com.br/posts/historia-do-transporte-coletivo-de-curitiba" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://srvluz/intranet/novo/wp-content/uploads/2010/04/bonde2.jpg"></a>A cidade de Curitiba é conhecida internacionalmente pelo eficiente e inovador sistema de transporte coletivo. Como todas as idéias novas, o sistema que possibilitou a integração urbana de Curitiba foi cercado de dúvidas. Mas ao longo dos anos foi comprovado que a criatividade foi mais eficaz que o ceticismo.</p>
<h1>Bonde a cavalos</h1>
<p>Em 1887 a Empreza Curitybana, dirigida por Boaventura Capp disponibilizou o primeiro bonde puxado por animais, ligando a Boulevard 2 de Julho (atual início da Avenida João Gualberto) ao bairro do Batel. Esta foi a pedra fundamental de parte da identidade mais latente da cidade de Curitiba, o transporte coletivo. Naquele período o passeio pela pacata Curitiba tinha característica mais poética e os bondes davam o toque de charme. A viagem inaugural dos primeiros bondes foi um dos maiores acontecimentos da época. Os jornais locais divulgaram com orgulho a partida dos quatro vagões que contavam com ilustres passageiros como o presidente da província Faria Sobrinho.</p>
<p><a href="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/cavalos3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-30" title="cavalos3" src="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/cavalos3.jpg" alt="" width="164" height="164" /></a><a href="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/cavalos2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-29" title="cavalos2" src="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/cavalos2.jpg" alt="" width="164" height="164" /></a><a href="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/cavalos1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-28" title="cavalos1" src="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/cavalos1.jpg" alt="" width="164" height="164" /></a></p>
<h1>Bondes elétricos</h1>
<p>Apesar do bondinho ter o objetivo de atender às massas, ele era dividido em duas categorias. Na primeira classe era obrigatório que os passageiros estivessem calçados. Já no &#8220;bond mixto&#8221;, como era conhecida, a pessoa podiam viajar sem sapatos.<br />
O panorama do transporte coletivo da cidade mudou com a introdução dos bondes elétricos a partir 1912. Os primeiros bondes puxados por mulas foram vendidos e amontoados no depósito de ferro-velho em Paranaguá. A mudança foi necessária já que o número de passageiros aumentou de 680 mil, em 1903 para 1,9 milhão por ano em 1913. A cidade crescia rapidamente, porém de maneira desordenada.</p>
<p><a href="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/bonde1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-32" title="bonde1" src="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/bonde1.jpg" alt="" width="164" height="164" /></a><a href="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/bonde3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-33" title="bonde3" src="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/bonde3.jpg" alt="" width="164" height="164" /></a></p>
<h1>Primeiros Onibus</h1>
<p><a href="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/onibus1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-35" title="onibus1" src="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/onibus1.jpg" alt="" width="174" height="139" /></a>Em 1928 começaram a circular os primeiros ônibus da Companhia Força e Luz Paraná, a nova responsável pelo transporte coletivo. Dois anos mais tarde começaram a aparecer às linhas particulares de ônibus, apesar dos bondes ainda serem a preferência da população. Em 1938, 10,9 milhões de pessoas utilizavam bondes e somente 2,6 milhões andavam de ônibus anualmente. Devido à concorrência nas linhas e atendimento deficitário o gosto do curitibano pelo transporte coletivo foi mudando e os bondes perderam espaço. Apesar das passagens mais caras o novo veículo era mais confortável, rápido e seguro.</p>
<p>Em 1951 saíram de circulação os últimos bondes, dando lugar às auto-lotações. Uma das grandes revoluções no setor ocorreu em 1955, quando o município estabeleceu contratos de concessão com 13 empresas. Naquela época, a cidade era atendida por 50 ônibus e 80 lotações. Em 1965 foi editado o Plano Diretor de Transportes de Curitiba, estabelecendo as vias estruturais que serviram como eixos base para movimentação urbana. O plano foi considerado um dos mais perfeitos do mundo. Por conta do bom planejamento mesmo 15 anos depois os 673 ônibus da capital paranaense transportavam 515 mil pessoas diariamente.</p>
<p>A frota do transporte coletivo representava apenas 2% dos veículos que trafegavam em Curitiba e era responsável pelo transporte de 75% das pessoas que se locomoviam. Como a cidade crescia rapidamente em pouco tempo o sistema tradicional estaria obsoleto e ineficaz para atender tanta gente. Era necessário algo de novo. A solução foi a implantação dos ônibus expressos. Ele foi um dos grandes responsáveis pelo avanço no atendimento do transporte coletivo. Não se tratava somente de uma nova categoria de veículo, mas acima de tudo um sistema de transporte para médias distâncias que possuía via exclusiva. A primeira etapa foi à implantação das canaletas exclusivas, onde circulavam os ônibus convencionais.</p>
<p><a href="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/onibus2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-37" title="onibus2" src="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/onibus2.jpg" alt="" width="230" height="137" /></a></p>
<p>O Departamento de Pesquisa de Veículos da Faculdade de Engenharia Industrial de São Bemardo dos Campos (SP), apresentou ao IPPUC (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba) o primeiro modelo de ônibus para atender as novas necessidades de transporte urbano. Batizado de &#8220;Uiraquitan&#8221;, em homenagem ao nome indígena dado ao primeiro carro fabricado no Brasil, foi projetado especialmente para o sistema viário de Curitiba.</p>
<h1>Primeiros expressos</h1>
<p><a href="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/expressos1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-38" title="expressos1" src="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/expressos1.jpg" alt="" width="138" height="204" /></a>Após grande repercussão em diversos veículos de comunicação nacionais, em setembro de 1974 entram em funcionamento experimental os 20 primeiros expressos. A frota partiu da praça Generoso Marques para atender passageiros do Eixo Norte/Sul. Em um dos ônibus de inconfundível cor vermelha o prefeito Jaime Lemer, idealizador do projeto desde do tempo em que era presidente do IPPUC, comentava à imprensa a satisfação de ver sua grande obra em funcionamento.<br />
Com paradas a cada 400 metros e infra-estrutura diferenciada, onde foram instaladas bancas de revistas, cabines telefônicas e caixas de correio, além da pista própria, o expresso foi comparado a um metrô na superfície. Em média, todos os meses, 1,9 milhão de pessoas utilizavam o novo sistema de transporte.</p>
<p>As linhas foram aumentando e cada vez mais a frota de ônibus foi crescendo. Tudo para acompanhar o significativo aumento populacional e de infra-estrutura da cidade. Em 1980 Curitiba foi a primeira capital a adotar a tarifa social. O preço da passagem era único independente do trecho da viagem. Com esta vantagem também foi colocada em prática a campanha &#8220;É com esse que eu vou&#8221;, incentivando a população a deixar os carros em casa e utilizar o veículo coletivo. O preço do petróleo aumentava cada vez mais por conta da crise mundial do combustível.</p>
<p><a href="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/expressos2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-39" title="expressos2" src="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/expressos2.jpg" alt="" width="204" height="143" /></a>Na década de 80, em terminais fechados os usuários passaram a utilizar roletas de acesso. Desta maneira foi possível implantar a passagem única. Os usuários podiam trocar de linha dentro dos terminais sem pagar nova passagem. Com isto, se consolidou a RIT (Rede Integrada de Transporte). Em 1980, os ônibus articulados com capacidade 80% maior, começaram a substituir gradativamente os antigos expressos. Isto significou economia de combustível em 46% e redução de custo de 21 % por passageiro transportado.</p>
<p>Mudanças estruturais foram feitas, e seis anos mais tarde. a URBS (Urbanização Curitiba S/A) assumiu o gerenciamento do sistema e passou a ser a concessionária, e as empresas operadoras, as permissonárias. Em 1987, a RIT transportou quase 500 mil usuários por dia, incremento de <em>9%. </em>No início da década de 90 já existiam 80 linhas alimentadoras para os usuários se deslocarem nos cinco eixos atendidos pelos expressos, 239 linhas em todo o sistema. A RIT atendia em 1990, <em>54% </em>do total de usuários do sistema, índice que chegou a 84% em 1995.</p>
<p><a href="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/ligeirinho.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-40" title="ligeirinho" src="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/ligeirinho.jpg" alt="" width="204" height="138" /></a>Em outubro de 1991, sob encomenda da URBS, a Volvo começou a desenvolver o primeiro ônibus Biarticulado brasileiro, batizado de &#8220;Metrobus&#8221;, ele tinha 25 metros de comprimento e capacidade para transportar até 270 passageiros.<br />
Neste período foi implantada uma das maiores novidades do transporte coletivo naquela década. Foram criadas as Linhas <a href="http://srvluz/intranet/novo/wp-content/uploads/2010/04/ligeirinho.jpg"></a>Diretas, servidas por veículos de cor cinza popularmente chamados de &#8220;Ligeirinhos&#8221;. Através das rampas de acesso no lugar das escadas, eles permitiram o embarque e desembarque de passageiros através das estações-tudo, que serviam como pequenos terminais, possibilitando ao usuário a troca de linhas sem pagar nova passagem.</p>
<h1>Biarticulados</h1>
<p><a href="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/biarticulado1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-41" title="biarticulado1" src="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/biarticulado1.jpg" alt="" width="204" height="143" /></a>Os Biarticulados começaram a substituir também os ônibus utilizados nas linhas do expresso.<br />
As melhorias foram sendo colocadas em prática como o sistema de aviso de paradas. A cada saída de uma estação-tubo, o sistema é automaticamente acionado para informar aos passageiros qual é o ponto seguinte e quais portas deverão ser utilizadas para o desembarque. Sistema parecido com o usado por alguns metrôs em diversos lugares do mundo.</p>
<p>Em 1996, a RIT ultrapassou as fronteiras e passou a atender a Região Metropolitana. Em 1999, o Sistema Expresso comemorou 25 anos com a inauguração da linha Biarticulado Circular Sul. Para relembrar o começo de tudo uma réplica do primeiro ônibus expresso de 1974 circulou do Terminal Capão Raso até a Praça Generoso Marques transportando o então governador Jaime Lerner e o prefeito Cassio Taniguchi. Foi como uma viagem no tempo para Lerner e para muitos curitibanos que acompanharam o desenvolvimento do transporte coletivo da cidade, repleto de inovações e , empreendedorismo para acompanhar o crescimento urbano.<a href="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/replica.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-42" title="replica" src="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/replica.jpg" alt="" width="204" height="138" /></a></p>
<p>Em 2000, a substituição de 87 veículos articulados por 57 de maior porte, no eixo leste/oeste, demonstrou que no sistema adotado por Curitiba, novidades são sempre implantadas sem a necessidade de investimentos incompatíveis com a realidade da cidade.</p>
<p>Os avanços sociais marcam a história recente do transporte coletivo curitibano. Em 2005, o prefeito Beto Richa determinou o enxugamento de despesas do sistema e o corte de dez centavos na tarifa, reduzida para R$ 1,80.</p>
<p>Também foi criada a tarifa domingueira, que custa apenas R$ 1, e garante o lazer e o convívio social das famílias de baixa renda.</p>
<p>O controle do preço da passagem conseguiu reverter a queda no número de passageiros que vinha sendo registrada desde a década de 90, e atraiu muitos curitibanos de volta ao transporte coletivo. (veja no grafico abaixo).</p>
<p><a href="http://srvluz/intranet/novo/wp-content/uploads/2010/04/grafico.jpg"><br />
</a><a href="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/grafico-300x136.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-43" title="grafico-300x136" src="http://avluz.com.br/wp-content/uploads/2010/04/grafico-300x136.jpg" alt="" width="326" height="147" /></a></p>
<p>Hoje 2 milhões de passageiros utilizam diariamente o Sistema Integrado de Transporte Coletivo, composto por 1980 ônibus, que atendem 395 linhas. O sistema é responsável pelo emprego direto de 15 mil pessoas, entre motoristas, cobradores, fiscais, mecânicos, entre outros profissionais.</p>
<blockquote><p><strong><em>Fotos:</em></strong><em><br />
</em><em>Secetaria Municipal de Comunicação Social</em><em><br />
</em><em>Arquivo IPPUC</em><em><br />
</em><em>Casa da Memória</em></p></blockquote>
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		<title>Gripe H1N1</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 18:44:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[posts]]></category>
		<category><![CDATA[gripe suina]]></category>
		<category><![CDATA[H1N1]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação H1N1]]></category>

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		<description><![CDATA[Influenza A (H1N1), ou gripe A, é uma doença respiratória contagiosa, que leva a um quadro de infecção respiratória. O contágio se dá, principalmente, por meio de tosse, espirros ou de secreções respiratórias de pessoas infectadas. Para se prevenir, siga as orientações das autoridades públicas de Saúde. COMO SE PREVENIR Lavar as mãos frequentemente com <a href="http://avluz.com.br/posts/ola-mundo" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Influenza A (H1N1), ou gripe A, é uma doença respiratória contagiosa, que leva a um quadro de infecção respiratória. O contágio se dá, principalmente, por meio de tosse, espirros ou de secreções respiratórias de pessoas infectadas. Para se prevenir, siga as orientações das autoridades públicas de Saúde.</p>
<h2>COMO SE PREVENIR</h2>
<ul>
<li>Lavar as mãos frequentemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar.</li>
<li>Ao tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com um lenço, preferencialmente descartável.</li>
<li>Evitar o contato direto com pessoas doentes.</li>
<li>Evitar tocar olhos, nariz ou boca sem, antes, lavar as mãos.</li>
<li>Usar medicamentos somente com orientação médica.</li>
<li>Evite aglomerações de pessoas, principalmente em ambientes fechados.</li>
<li>Abra as janelas e deixe o ar entrar, em casa, no trabalho, nos ônibus.</li>
<li>Não compartilhe copos, talheres, toalhas e objetos pessoais, para evitar a disseminação do vírus.</li>
<li>Em caso de dúvida, procure seu médico ou uma Unidade de Saúde.</li>
<li>Se estiver com sintomas de gripe (febre acima de 38ºC, tosse ou dor de garganta e dificuldade para respirar), procure imediatamente um serviço de saúde. Use máscara.</li>
</ul>
<h2>QUEM DEVE PROCURAR ATENDIMENTO</h2>
<p>Pessoas que apresentam quadro gripal (febre alta, acima de 38º de início súbito e tosse ou dor de garganta) devem procurar seu médico pessoal (da rede privada ou convênio), ou podem dirigir-se às Unidades Básicas de Saúde de sua região, ou ainda Centros Municipais de Urgências Médicas 24 Horas, para fazer uma avaliação.</p>
<p>A partir da avaliação, o médico irá decidir se o paciente deve voltar para casa, com orientações e medicação necessária, se for o caso, ou poderá determinar o internamento clínico, em caso de gravidade.</p>
<h2>CENTROS DE URGÊNCIAS MÉDICAS</h2>
<ul>
<li><strong>Boa Vista:</strong> Av. Monteiro Tourinho, 478. Telefones 3257-9329 e 3357-4624</li>
<li><strong>Boqueirão:</strong> Rua Maria Assumpção, 2590, Telefone 3217-1801</li>
<li><strong>Cajuru:</strong> Rua Eng. Benedito Mário da Silva, esquina c/ Ceilão. Telefone 3226-4069</li>
<li><strong>CIC:</strong> Rua Senador Accioly Filho, 3370. Telefone 3314-5109</li>
<li><strong>Fazendinha:</strong> Rua Carlos Klemtz, ao lado da Rua da Cidadania. Telefone 3576-1974</li>
<li><strong>Pinheirinho:</strong> Rua Leon Nicolas, esquina c/ Av. W Churchill. Telefone 3212-1472</li>
<li><strong>Sítio Cercado:</strong> Rua Levy Buquera, 158. Telefone 3379-2051</li>
<li><strong>Campo Comprido:</strong> Rua Monsenhor Ivo Zanlorenzi, 3495. Telefone 3373-1332</li>
</ul>
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